Arrife da Pena de Água

Arrife com uma altitude de cerca de 150 m, revela a presença de um depósito arqueológico, cujo potencial foi reconhecido pelo arqueólogo João Zilhão, que visitou o local a pedido da S.T.E.A. (Sociedade Torrejana de Espeleologia e Arqueologia). Com efeito, nas terras removidas por uma retroescavadora utilizada para o efeito, surgiu cerâmica pré-histórica e pedra lascada; a observação dos cortes efectuados pela máquina permitiu, por seu lado, confirmar a existência de estratos com vestígios de ocupação humana até uma profundidade de cerca de 5 m. Há também conhecimento por contacto, nomeadamente com Sr. Carlos Pena (proprietário do terreno), da descoberta do cadáver de um soldado da época das invasões francesas por seu pai e entregue à câmara de Torres Novas. Existem também relatos do uso da gruta da Rexaldia como esconderijo para deserção pelos conterrâneos, na 1ª guerra mundial. Trabalhos efectuados por espeleólogos concluem que a água brota não de frente mas do lado direito da fractura existente na base do arrife.

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